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Disciplina Graduação Planejamento Regional e Urbano II


Ementa: Formação regional e urbana no Brasil; Concentração e desconcentração espacial brasileiro; Planejamento urbano e regional no Brasil: Estatuto da cidade, Estatuto da Metrópole; Amazônia: ocupação, formação do território, regionalizações. 

Conteúdo Programático

- FORMAÇÃO DO ESPAÇO BRASILEIRO: Origem; formação da federação brasileira; crise regional e perspectivas.
Becker; Egler (1993); Cano (1998; 2008); Furtado (1989; 1991; 1992); Pacheco (1998); Santos; Silveira (2001); Prado Júnior. (2000); Suzigan (2000); Santos (2021).

- REGIONALISMOS CONTEMPORÂNEOS NO BRASIL: da oligarquia à globalização
Becker e Egler (1993); Moraes (2002); Souza (2003); Oliveira (1995).

- DESEQUILÍBRIOS REGIONAIS: origem e perspectivas da desconcentração espacial brasileira.
Becker; Egler (1993); Cano (1998; 2008); Pacheco (1998); Araújo (2000); Santos (2021)..

- VISÕES DA CIDADE: Cidade Global, Megalópole, Metrópole, Cidades Médias, Cidades Empresas.
Rezende; Lima (1999); Trindade Júnior. e Rocha (2002); Veiga (2002); Sassen (1998); Souza (2004); Santos e Silveira (2001); Spósito (2001); Santos (2002); Ribeiro (2004); Bessa (2005); Freitas (2009); Firskowski (2012; 2013); IBGE (2018); Blanco Junior (2021); Marrara (2021). 

- PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL NO BRASIL
Santos (2002); Veiga (2002); Souza; Rodrigues (2004); Brasil (2005; 2008); Souza (2008); Clementino; Mioto; Araújo (2021)

- USO, DOMÍNIO E FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO AMAZÔNICO: da formação das cidades à globalização.
Loureiro (1992); Benchimol (1997); Capobianco (2001); Oliveira (2000); Reis (1982); Trindade Júnior; Rocha; Santos (2019); Trindade Júnior; Rocha (2002); Trindade Júnior; Rocha e Silva (2005); Siffert; Cardoso; Magalhães; Lastres (2014); Trindade Júnior (2015); Costa (2017); Porto (2021).

- REGIONALIZAÇÕES AMAZÔNICAS: Amazônia Legal; Programa Amazônia Sustentável; Programa Faixa de Fronteira.
Benchimol (1997); Brasil (2005); Becker (2004).
 
Objetivo: Capacitar o aluno a identificar e analisar o processo de domínio, formação e uso do espaço brasileiro e seus reflexos na formação regional e urbana da Amazônia..

Avaliação:
a) O aluno será avaliado por três atividades, cada uma com valor máximo de 10 (dez) pontos, sendo assim estabelecidas as notas:
- 1ª e 2ª avaliações parciais (AP) terão um valor máximo de 10 (dez) pontos. A média (MAP) dessas duas notas será o valor das avaliações parciais
- A avaliação final (AF) terá um valor máximo de 10 (dez) pontos. 
- A média final das notas será a somatória da média das AP com a AF, dividido por dois.
Média Final = MAP + AF
      2
b) As avaliações ocorrerão por meio de provas escritas e discursivas. 

Bibliografia Indicada
As bibliografias identificadas por asterístico (*) são leituras obrigatórias para a disciplina. Neste sentido, recomendam-se as suas aquisições pelo aluno.

(*) BECKER, Bertha; EGLER, Cláudio. Brasil: uma nova potência regional na economia-mundo. São Paulo: Bertrand Brasil, 1993.

BECKER, Bertha. Amazônia: Geopolítica na virada do III Milênio. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.

BENCHIMOL, Samuel. Amazônia: um pouco – antes e além – depois. Manaus: Calderaro, 1977.

BESSA, Kelly Cristiane. Reestruturação da rede urbana e meio técnico-científico-informacional: reflexões sobre as cidades médias brasileiras. In: Anais do X Encontro de Geógrafos da América Latina. São Paulo: Depto Geografia/FFLCH/USP, 2005.

BLANCO JUNIOR, Cid. Regiões metropolitanas no Brasil: avanços e desafios no planejamento e na governança de um território de desigualdades pós-estatuto da metrópole. In: COSTA, Marco Aurélio; LUI, Lizandro; REBELLO, Sara Tavares. Governança Metropolitana na América Latina: um panorama das experiências contemporâneas sob uma mirada comparativa. Rio de Xaneiro, IPEA, 2021. Disponível em: DOI: http://dx.doi.org/10.38116/978-65-5635-017-2.

(*) BRASIL. Ministério da Integração Nacional. Proposta de reestruturação do programa de desenvolvimento da Faixa de Fronteira. Bases de uma política integrada de desenvolvimento regional para a faixa de fronteira. Brasília, 2005.

BRASIL, Senado Federal. Estatuto da Cidade. Brasília: 2008. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/70317/000070317.pdf

(*) CAPOBIANCO, João P. R. (Org.). Biodiversidade na Amazônia Brasileira. São Paulo: Estação Liberdade/Instituto Socioambiental, 2001.

(*) CANO, Wilson. Desequilíbrios regionais e concentração industrial no Brasil (1930-1970, 1970-1995). 2. ed. rev. ampl. Campinas, SP: UNICAMP; IE, 1998. Disponível em: https://www.eco.unicamp.br/colecao-30-anos/desequilibrios-regionais-e-concentracao-industrial-no-brasil.

CANO, Wilson. Desconcentração produtiva regional do Brasil, 1970-2005. São Paulo: Ed. Unesp, 2008.

CLEMENTINO, Maria do Livramento Miranda; MIOTO, Beatriz Tamaso; ARAÚJO, Juliana Bacelar de. Desenvolvimento e a urbanização deplorável no Brasil pelas lentes de Wilson Cano . In: SANTOS, Adroaldo. Q. et al. Wilson Cano: A questão regional e urbana no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo: Editora Expressão Popular: ABED, 2021. p. 265-288. Disponível em: https://fpabramo.org.br/publicacoes/estante/wilson-cano-a-questao-regional-e-urbana-no-brasil/.

COSTA, Jodival (Org.). Amazônia: Olhares sobre o território e a região. Macapá: Edunifap, 2017. Disponível em: https://www.academia.edu/34858788/Amaz%C3%B5nia_olhares_sobre_o_territ%C3%B3rio_e_a_regi%C3%A3o_pdf

(*) FIRSKOWSKI, Olga Lúcia Castreghini de Freitas. Porque as regiões metropolitanas no Brasil são regiões, mas não são metropolitanas. Revista Paranaense de Desenvolvimento, v. 122, p. 19-38, 2012. Disponível em: https://ipardes.emnuvens.com.br/revistaparanaense/article/view/465#:~:text=Parte%2Dse%20do%20pressuposto%20de,acordo%20com%20os%20interesses%20estaduais.

FIRSKOWSKI, Olga Lúcia Castreghini de Freitas. Metrópoles e regiões metropolitanas no Brasil: conciliação ou divórcio? In: FURTADO, Bernado Alves; KRAUSE, Cleandro; FRANÇA, Karla Christina Batista de. (Eds.). Território metropolitano, políticas municipais: por soluções conjuntas de problemas urbanos no âmbito metropolitano. Brasília: Ipea, p. 21-51, 2013. 

FREITAS, Ruskin. Regiões metropolitanas: uma abordagem conceitual. Humanae, v.1, n.3, p. 44-53, 2009.

FURTADO, Celso. A fantasia desfeita. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 24ª ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1991.

FURTADO, Celso. Brasil: Construção interrompida. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1992.

IBGE. Regiões de influência das cidades. Rio de Janeiro, 2018. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2101728. 

LOUREIRO, Violeta Refkalevski. Amazônia: Estado, homem, natureza. Belém: CEJUP, 1992. (Coleção Amazoniana,1).

MARRARA, Thiago (Org.). Estatuto da Metrópole: Lei 13.089/20215 comentada. Ribeirão Preto: FDRP-USP, 2021. Disponível em: https://www.direitorp.usp.br/wp-content/uploads/2022/01/Estatuto-da-metropole-comentado.pdf. 

MORAES, Antônio Carlos Robert. Território e história no Brasil. São Paulo: Hucitec/ Anna Blume, 2002.

OLIVEIRA, Francisco de. A crise da federação: da oligarquia à globalização. In: AFFONSO, Rui de Brito Álvares; SILVA, Pedro Luiz (Orgs.). A federação em perspectiva: ensaios selecionados. São Paulo: FUNDAP, 1995.

OLIVEIRA, José Aldemir. Cidades na selva: Manaus: Ed. Valer, 2000.

PACHECO, Carlos Américo. Fragmentação da Nação. Campinas: Unicamp/IE: 1998. Disponível em: https://www.eco.unicamp.br/colecao-geral/fragmentacao-da-nacao.

PORTO, Jadson Luís Rebelo. A acionalidade espacial e a Amazônia: de espaço isolado, truncado, à busca pela integração. In: SANTOS, A. Q. et al. Wilson Cano: A questão regional e urbana no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo: Editora Expressão Popular: ABED, 2021. p. 362-377. Disponível em: https://fpabramo.org.br/publicacoes/estante/wilson-cano-a-questao-regional-e-urbana-no-brasil/.

PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense/Publifolha, 2000. Coleção Grandes Nomes do Pensamento Brasileiro.

REIS, Arthur César Ferreira. Amazônia e a cobiça internacional. 5ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.

REZENDE, Fernando; LIMA, Ricardo (Orgs.). Rio – São Paulo: cidades mundiais. Desafios e oportunidades. Brasília: IPEA, 1999.

RIBEIRO, Luiz César de Queiroz (Org.). Metrópoles: entre a coesão e a fragmentação, cooperação e conflito. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Rio de Janeiro: Fase, 2004.

(*) SANTOS, Adroaldo. Q. et al. Wilson Cano: A questão regional e urbana no Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo: Editora Expressão Popular: ABED, 2021. Disponível em: https://fpabramo.org.br/publicacoes/estante/wilson-cano-a-questao-regional-e-urbana-no-brasil/.

SANTOS, Milton. O país distorcido. São Paulo: Publifolha, 2002.

(*) SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. Brasil: Território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001.

SIFFERT, Nelson; CARDOSO, Marcus; MAGALHÃES, Walsey de Assis; LASTRES, Helena Maria Martins (Orgs.). Um olhar para o desenvolvimento: Amazônia. Rio de Janeiro: BNDS, 2014. Disponível em: https://web.bndes.gov.br/bib/jspui/bitstream/1408/1787/2/livro_Um%20olhar%20territorial%20para%20o%20desenvolvimento_Amaz%c3%b4nia_P.pdf.

(*) SOUZA, Marcelo Lopes de; RODRIGUES, Glauco Bruce. Planejamento urbano e ativismos sociais. São Paulo: UNESP, 2004. (Coleção Paradidáticos; Série: Sociedade, Espaço e Tempo).

SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. Disponível em: https://www.academia.edu/42653872/ABC_Do_Desenvolvimento_Urbano?from_sitemaps=true&version=2

SOUZA, Maria Adélia Aparecida de. Território brasileiro: usos e abusos. Campinas: Ed. Territorial, 2003.

SUZIGAN, Wilson. Indústria brasileira: Origem e desenvolvimento. São Paulo: Hucitec, 2000. Disponível em: http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/6085. 

TRINDADE JR., Saint Clair Cordeiro; ROCHA, Gilberto de. Cidade e empresa na Amazônia: gestão do território e desenvolvimento local. Belém:Paka-Tatu, 2002.

(*) TRINDADE JR., Saint Clair Cordeiro; SANTOS, Tiago, Veloso dos. O urbano e o metropolitano em Belém: (Re)configurações socioespaciais e estratégias de planejamento e gestão. Belém: Consequência, 2019.

TRINDADE JR., Saint Clair Cordeiro; SILVA, Marcos Alexandre Pimentel da. Belém: a cidade no rio da Amazônia. Belém: Edufpa, 2005.

TRINDADE JR., Saint Clair Cordeiro. Pensando a modernização do território e a urbanização difusa na Amazônia. Revista Mercator. 12 (21): 305-358, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.4215/RM2015.1404.0007.

VEIGA, José Eli da. Cidades imaginárias. Campinas: Autores Associados, 2002.




Um comentário:

  1. O meu objetivo na disciplina assistência farmacêutica era estudar bastante, tirar nota maior que a Julia Agnes Souza da Silva, provar que eu sou mais inteligente que ela e que eu só não passei em orgânica 1 porque ela não me deu cola.

    Então eu estudei bastante para essa disciplina, porque eu achei que se eu conseguisse tirar nota alta numa disciplina que eu não gostava, eu provaria que eu era mais inteligente que a Julia Agnes Souza da Silva.

    Na P1 da disciplina assistência farmacêutica, a professora Isabela Ramos Silverio imprimiu prova a menos, então a professora pegou as provas de volta, foi imprimir mais prova, a sua namorada a Maria Miceli não devolveu a prova dela, enquanto a professora Isabela estava imprimindo mais provas, todo mundo da turma ficou tirando foto da prova que a Maria Miceli não devolveu para a professora, todo mundo da turma colou na prova menos eu.

    A cola da Maria Miceli me impediu de provar que eu era mais inteligente que a Julia Agnes Souza da Silva e que eu só não passei em orgânica 1 porque ela não me deu cola.

    O pior é que a professora Isabela Ramos Silverio ainda me obrigou a fazer trabalho em grupo com você e com a Maria Miceli, o pior é que eu não podia falar nada, porque você fazia parte do meu grupo da aula prática de farmacotécnica II, se eu me recusasse a fazer aula prática com você, a professora iria me colocar para fazer parte do grupo da Leticia de Sousa Albuquerque, a Letícia de Sousa Albuquerque passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath.

    Você passou quase um semestre assistindo as aulas de farmacologia 1 no turno errado, você nem sabe em que turno puxou uma disciplina e você está fazendo IC. IC deve ter cota para gente burra que cola na prova igual a você. Essa é a única explicação para você fazer iniciação científica.

    Você ainda estava fazendo farmacologia 2 semestre passado, eu consegui passar em farmacologia 2 no noturno, você consegui ficar reprovado em farmacologia 2 no integral que é mais fácil de passar, isso é para você ver, como você é burro.

    Eu sei muito bem que você filmava o que eu falava na aula sem a minha autorização e mandava o vídeo para a Ana Beatriz de Lima, a Gabriela Santana Andrade e a Ana Luiza Vidal Pimentel Santos.

    O pior é que você e a Maria Miceli fazem iniciação com bolsa e você ainda publicou esse artigo científico:

    https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11771759/

    Você caiu muito de nível na faculdade, para quem ficava com mulheres bonitas na faculdade como a Gabrielle Perroni Santos de Souza, começar a namorar com um troço feio Maria Miceli é cair muito de nível.

    Se você morasse aqui na rua a história seria bem diferente. Em cima da minha rua funciona uma boca de fumo, em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.

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